APADRINHE , AME E SUSTENTE UMA CRIANÇA NO HAITI

segunda-feira, 27 de junho de 2011

PRINCIPIOS DE BENDICION EN EL REINO DE DIOS.

Buscando la reconciliación





Por tanto, si traes tu ofrenda al altar, y allí te acuerdas de que tu hermano tiene algo contra ti, deja allí tu ofrenda delante del altar y ve, reconcíliate primero con tu hermano, y entonces vuelve y presenta tu ofrenda. Mateo 5.23–24

Esta enseñanza contradice los conceptos populares de lo que debemos hacer en situaciones de conflicto interpersonal. Normalmente nosotros enseñaríamos que si alguien tiene algo contra otra persona debe ir y hablarlo con ella. Mas Cristo revierte los roles y nos dice que si tenemos conciencia de que nuestro hermano tiene algo contra nosotros debemos tomar la iniciativa de buscarlo.


La razón pareciera encontrarse en las características que asumimos cuando estamos ofendidos. Lejos de buscar la manera de resolver nuestro conflicto, nos airamos y tendemos a aislarnos de la persona que, según entendemos, nos ha ofendido. Por naturaleza no buscamos hablar las cosas y poner todo en claro. Más bien tendemos a encerrarnos en nosotros mismos y dejar que nuestro corazón se llene de pensamientos indignos hacia la otra persona. Quizás es la misma intensidad de estos sentimientos que nos impide buscar al otro para hablar sobre lo sucedido. Sea cual sea la razón, Cristo anima a la persona que es causante de la ofensa (sea real o imaginada) a que tome la iniciativa de ir a hablar con el ofendido. De esta manera se asegura que, cualquiera sea el camino a recorrer, una relación quebrada no continúe indefinidamente en este estado.


El Señor creía que esta necesidad de reconciliación era tan fundamental para la salud espiritual de los involucrados que ordenó que se interrumpiera un acto de adoración hacia Dios para realizar este paso de restauración. En muchas situaciones creemos que nuestra relación con Dios puede seguir normalmente, a pesar de que nuestras relaciones horizontales con los que son de la familia no gozan de la salud que deberían tener. Cristo, sin embargo, deseaba recalcar que la rotura de las relaciones con nuestros hermanos afecta dramáticamente nuestra relación con el Padre. Aun cuando queramos convencernos de que nuestra ofrenda es recibida con agrado, la Palabra revela que Dios se resiste a la devoción de aquellos que no están en paz con sus semejantes. En Isaías 58, un pasaje que denuncia con dureza la religiosidad de Israel, el profeta condena al pueblo porque ayunan, se visten de cilicio y oran al Señor mientras oprimen a sus trabajadores y buscan cada uno su propia conveniencia. «He aquí que para contiendas y debates ayunáis, y para herir con el puño inicuamente» (58.4). El pasaje anima a una expresión de la vida espiritual que se traduce en relaciones armoniosas con Dios y con los hombres.


Por todo esto Cristo resaltó que la restauración de las relaciones era una prioridad impostergable en la vida de los hijos de Dios. El asunto fundamental en juego no es quién tiene razón en el pleito o la disputa existente. La cuestión esencial es si las dos personas están dispuestas a dar paso a la ley del amor, que es la primera ley, y la que resume todos los demás mandamientos.

«Somos como bestias cuando asesinamos. Somos como hombres cuando juzgamos. Somos como Dios cuando perdonamos». Anónimo.

domingo, 26 de junho de 2011

PRINCIPIOS DE ADMINISTRAÇÃO BIBLICA, ADMINISTRAÇÃO NO REINO


O CRISTÃO E O SEU DINHEIRO.
“O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera”. (Mateus cap.13 vers.22).
No Brasil, como em muitos outros países, governos são eleitos e desfeitos por circunstâncias e políticas econômicas.

Mas, essa preocupação com dinheiro não é assunto exclusivo do governo. Muitas igrejas, também, se dedicam à busca do dinheiro. Algumas enfatizam a procura da prosperidade na vida dos adeptos, e muitas mostram uma preocupação muito grande em arrecadar dinheiro para a própria igreja. A maioria das pessoas vive numa constante agitação por causa de diversos problemas financeiros (contas já vencidas, desejos de receber aumentos salariais, dívidas assutadoras).
O que Deus ensina para nos ajudar no meio de tanta preocupação sobre o dinheiro ??? Vamos examinar alguns princípios bíblicos que vão nos ajudar a fazermos a vontade de Deus na aquisição e uso do dinheiro. A Bíblia fala muito sobre esse assunto; por isso, este artigo contém muitas citações bíblicas. Por favor, tome o tempo necessário para ler cada passagem e confirmar que o ensinamento aqui é de Deus, não de meros homens.

O DINHEIRO É NOSSA FERRAMENTA, E NÃO O NOSSO DONO.
Muitas pessoas são escravas do dinheiro. Lutam tanto para ter dinheiro que nem têm tempo para gozar da sua prosperidade! O desejo de ter coisas e acumular riquezas domina a vida de muita gente. Você já ouviu alguém falar sobre as posses de Bill Gates ou outro rico com tom de inveja na voz? O servo de Deus precisa reconhecer que o dinheiro é uma ferramenta que deve ser empregada em boas obras, e não nosso senhor. Uma das táticas mais eficazes do diabo é apagar o zelo do cristão com preocupações financeiras. Jesus Cristo ensinou claramente que nós temos que escolher entre dois senhores.

Mas, muitas pessoas se tornam escravas do dinheiro por acumular dívidas. Por que alguém assinaria um papel para assumir dívida e pagar juros— às vezes tão altos que acabam multiplicando o custo da compra ??? Os problemas mais comuns com dívida são:
1) MOTIVOS ERRADOS: Avareza, cobiça e inveja. Em vez de trabalhar e exercer domínio próprio para poupar dinheiro e comprar à vista, pessoas se enganam e pagam prestações para obter as coisas imediatamente. 
2) PROCEDIMENTOS ERRADOS E ABSURDOS: Desonestidade. A pessoa que promete pagar é obrigada cumprir a promessa. Aquele que promete e não paga está pecando. Quem promete quando sabe que não tem condições para pagar é um mentiroso indigno da vocação a que fomos chamados.
3) VIDA DESCONTROLADA: Falta de administração. Ao invés de cuidar das suas obrigações como Deus mandou, o devedor acaba sendo dominado por outros. Falta domínio próprio, uma das qualidades essenciais da vida cristã.

 Os servos de Deus precisam entender bem alguns princípios que a Bíblia ensina sobre o dinheiro, para não serem enganados e escravizados ao dinheiro. Aprendemos nas Escrituras que nunca devemos pôr nossa confiança nas riquezas. O dinheiro não é fonte de alegria ou contentamento. Apesar das doutrinas de muitas igrejas hoje que dizem que a prosperidade é evidência da fidelidade, a Bíblia ensina que nem riqueza nem pobreza, por si só, nos faz melhor servos de Deus. É bom ter o suficiente, mas não o excesso.
HONESTIDADE NO TRABALHO E NAS FINANÇAS.
Há muita preguiça e desonestidade no mundo, mas o discípulo de Cristo tem que tirar tais atitudes pecaminosas de sua vida. Devemos trabalhar honestamente e diligentemente, lembrando que o Senhor está nos observando. O preguiçoso está sempre se enrolando em negócios que, diz ele, trarão riquezas fáceis e rápidas. Homens sem entendimento têm cometido o mesmo erro por milhares de anos. Uma explicação bem clara pode ser encontrada em (Provérbios cap.28 vers.19,20,22): “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza. O homem fiel será cumulado de bençãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo. Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria”. O cristão precisa abandonar qualquer maneira desonesta de ganhar dinheiro e fazer com as próprias mãos o que é bom.

 Não somente no trabalho, mas em todos os negócios, devemos ser absolutamente honestos. Observe bem como (Provérbios cap.21 vers.6) trata disso: “Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal”. A pessoa honesta evitará dívidas desonestas e excessivas. Ela pagará os devidos impostos e obedecerá as leis do governo. Não será gananciosa, nem oprimirá outros. 

CUMPRINDO OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS.
O cristão deve administrar bem seu dinheiro, porque Deus lhe deu várias responsabilidades. A pessoa que usa seu dinheiro para servir da maneira que o Senhor quer está se preparando para estar com Deus para sempre. Considere algumas responsabilidades — ou, melhor, privilégios — que ele deu aos seus servos.

1) PARTICIPAR DO TRABALHO DA IGREJA:  Desde o início, a igreja do Senhor tem recebido e usado dinheiro no seu trabalho. No livro de (Atos cap.4), aprendemos que a igreja recebeu dinheiro por ofertas voluntárias dadas no primeiro dia da semana. Essas coletas foram feitas em cada congregação local, e a própria congregação empregou o dinheiro no trabalho autorizado por Deus. Cada cristão tem a responsabilidade de dar conforme a sua prosperidade, segundo tiver proposto no coração e com alegria.  Não devemos pensar que Deus quer só as migalhas que sobram depois de nos fartar.
Em (Lucas cap.21), Jesus Cristo elogiou o espírito de sacrifício da viúva pobre. Em (Filipenses cap.4), o Apóstolo Paulo agradeceu o sacrifício dos filipenses como uma oferta agradável a Deus. Ele elogiou os irmãos da Macedônia por sua generosidade, dizendo que deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor. Eles descobriram a chave da generosidade. A pessoa que recusa dar liberalmente tem esquecido que Jesus deu a própria vida para nos resgatar. Devemos sacrificar com alegria !!!
2) SUSTENTAR A FAMÍLIA: Numa época em que muitas famílias sofrem por causa da preguiça e irresponsabilidade de homens, devemos lembrar que quem é convertido a Cristo vai se transformar. Paulo confrontou esse problema de homens ociosos em tessalônica, e os sacudiu com palavras claras: “...e a diligenciardes por viver tranqüilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar” (1 Tessalonicenses cap.4 vers.11-12);
“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma....determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão” (2 Tessalonicenses cap.3 vers.10-12).
Em outra carta, ele falou da obrigação de sustentar parentes, especialmente viúvas: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1 Timóteo cap.5 vers.8).

3) AJUDAR OS NECESSITADOS: Como discípulos de Cristo, temos a responsabilidade de usar o nosso dinheiro para ajudar os necessitados. Generosidade faz parte do caráter do cristão verdadeiro. Devemos trabalhar para ter condições para ajudar outros. Os que são abençoados com coisas materiais devem as usar para boas obras de caridade. Cada um de nós tem a responsabilidade de ajudar as viúvas e os órfãos.Entre as coisas que Jesus vai examinar no julgamento é nossa benevolência para com outros. Cada um responderá pelas coisas feitas nessa vida. Sempre lembremos que o segundo grande mandamento éamar ao próximo.


MOTIVOS PARA SER BONS ADMINISTRADORES.
Quando consideramos tudo que devemos fazer com nosso dinheiro, compreendemos a importância da boa administração financeira. Nosso dinheiro é uma ferramenta que devemos empregar para fazer a vontade de Deus. Somos privilegiados em participar do trabalho de uma igreja e em ter condições para sustentar a família e ajudar outras pessoas. E, no final das contas, qualquer sacrifício que oferecemos será nada em comparação com o sacrifíco de Jesus na cruz.
Abracos a todos.PAZ

MUITO OBRIGADO PELO SEU APOIO A NOSSO MINISTERIO MISSIONARIO

terça-feira, 14 de junho de 2011

OS PRAZERES DA VIDA...

OS PRAZERES DA VIDA...
"Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda". (Gênesis cap.9 vers.21).
Na Alemanha, conforme estimativas da Central Alemã de Combate às Dependências, existem 9,3 milhões de dependentes do álcool no país. Outras cinco a seis milhões de pessoas sofrem com o vício de algum membro de sua família. Os custos das terapias para alcoólatras chegam a 1,7 bilhões por ano.
A Bíblia fala de Noé, que plantou a primeira vinha: "Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda". Uma das duas filhas de Ló, que haviam sido salvas de Sodoma e Gomorra juntamente com seu pai, sugeriu à irmã: "Vem, façamo-lo beber vinho, deitemo-nos com ele e conservemos a descendência de nosso pai". (Gênesis cap.19 vers.32).
Provavelmente o consumo excessivo de álcool também foi o que levou os filhos de Arão a oferecer fogo estranho ao Senhor, o que causou sua morte. Observe o que a Bíblia diz sobre esse acontecimento: "Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor... Falou também o Senhor a Arão, dizendo: Vinho ou bebida forte tu e teus filhos não bebereis quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações". (Levítico cap.10 vers.1,2,8,9).
O primeiro marido de Abigail era um terrível déspota e beberrão. Em (1 Samuel cap.25 vers.36), lemos o que aconteceu com ele pouco antes de sua morte, observe: "Voltou Abigail a Nabal. Eis que ele fazia em sua casa um banquete, como banquete de rei; o seu coração estava alegre, e ele, já mui embriagado, pelo que não lhe referiu ela coisa alguma, nem pouco nem muito, até ao amanhecer"
Observe que em (Oséias cap.7 vers.5), fala da sedução do álcool: "No dia da festa do nosso rei, os príncipes se tornaram doentes com o excitamento do vinho, e ele deu a mão aos escarnecedores".
Coisa semelhante a esta deve ter acontecido com o rei Herodes no dia de seu aniversário. Ele deixou-se seduzir: Observe (Mateus cap.14 vers.6): "Ora, tendo chegado o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante de todos e agradou a Herodes". Isso levou ao assassinato de João Batista.
Um grande alerta pode ser encontrado em (Oséias cap.4 vers.11): "A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento".
A Bíblia também diz: "Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereal e de vinho" (Salmos cap.4 vers.7).
Em (Lucas cap.21 vers.34), o Senhor alerta em relação aos tempos do fim: "Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as conseqüências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço."
Conforme o especialista em psicologia, Dr. Jörg Splett, o vício é uma característica tipicamente humana: há um ("desejo de desejar" na busca dos prazeres. As pessoas têm consciência de seus limites, mas não os respeitam. Ao invés disso, vivem dominadas pelo medo de não aproveitar tudo o que a vida pode oferecer. Splett vê na fé cristã uma resposta a esse anseio: "Só podemos aceitar nossa finitude quando estamos certos da existência de um Criador, que planejou a finitude mas cujo amor é sem limites").
Esse amor sem limites foi comprovado por Deus ao enviar Seu Filho a este mundo: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". (João cap.3 vers.16).
Essa vida dada por Jesus satisfaz plenamente todos os anseios, pois Ele disse: "...eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância". (João cap.10 vers.10).
Ele também promete a libertação de quaisquer jugos: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres". (João cap.8 vers.36).
QUE DEUS TE ABENÇOE...